3500 a.c. - Egito Antigo - as mulheres usavam uma tintura de henna preta nas unhas. As cores mais vibrantes eram usadas pela realeza (Cleópatra - vermelho escuro e Nefertiti - tom rubi)
3 a.c. - China - a hierarquia usava tons vermelho e metálicos (fabricados com soluções de prata). Os Romanos usavam tratamentos abrasivos para fazer o polimento das unhas.
Século XIX - se usava unhas curtas moldadas por uma boa lima. As unhas eram ligeiramente perfumadas com óleo e polidas com tira de couro. Sem esmaltes estravagantes, pois o recato era uma importante virtude.
Século XX - os esmaltes começaram a ganhar espaço novamente, com o uso de soluções coloridas que duravam apenas algumas horas.
1925 - durante estudos para desenvolver tinturas para carros, foram inventadas as primeiras soluções que se assemelhar com os esmaltes de hoje. O produto era de um tom rosa-claro aplicado no meio das unhas
1930 - pintar unhas das mãos e dos pés era moda entre as estrelas de Hollywood.
1932 - os irmão Charles e Joseph Revlon custearam a invenção de um novo tipo de esmalte. Mais brilhante e com um leque variado de tonalidades.
Nas décadas seguintes a industria de esmaltes vem se aprimorando, com produtos hipoalergenicos, unhas postiças, e até maquinas capazes de imprimir imagem digital nas unhas. Difícil saber onde a industria da beleza pode chegar a fim de atiçar a vaidade feminina.
(fonte: www.historiadomundo.com.br)



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